Polícia Civil prende quarto suspeito sequestrar família de gerente e assaltar banco em Porto Nacional

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Homem foi detido em cumprimento a uma ordem de prisão preventiva. Outros dois suspeitos estão presos e um menor apreendido. Agência em Porto Nacional foi alvo de criminosos
Cintia Ribeiro Portilho/TV Anhanguera
A Polícia Civil prendeu o quarto suspeito de assaltar uma agência bancária e sequestrar dois funcionários da instituição em Porto Nacional, na região central do estado. O homem de 21 anos foi preso pela da 7ª Divisão de Combate ao Crime organizado (7ª Deic). A ação criminosa aconteceu no fim de junho e foi executada por uma quadrilha fortemente armada. Durante a ação a família do gerente também foi feita refém.
O suspeito foi localizado nesta terça-feira (3) em uma casa na zona rural da cidade e detido em cumprimento a um mandado de prisão preventiva, expedido pela Vara Criminal da Comarca de Porto Nacional.
Após a prisão o suspeito foi levado para a central de flagrantes da Polícia Civil e mandado para a Casa de Prisão Provisória. Segundo o delegado Túlio Motta, a prisão desse quarto suspeito é de suma importância para que a Polícia Civil possa esclarecer completamente os fatos.
“Com o aprofundamento das investigações, conseguimos localizar mais esse indivíduo, que inclusive confessou participação nos crimes”, afirmou o delegado.
O assalto aconteceu durante na madrugada do último dia 29 junho. Segundo a Polícia Militar (PM), o gerente e a família dele, além da tesoureira da instituição, foram feitos reféns por criminosos. No fim da manhã todas as vítimas foram liberadas.
Logo após o crime, uma força-tarefa com cerca de 80 policiais civis e militares fizeram buscas na região. Um homem e um adolescente suspeitos de participação no assalto foram os primeiros detidos, porém outros dois envolvidos estão foragidos. O terceiro suspeito foi preso em julho, também em Porto Nacional.
O crime
A informação da polícia é de que criminosos invadiram uma casa e renderam o gerente do banco, junto com a esposa e os dois filhos dele. Pelo menos cinco homens armados com fuzis e armas menores teriam participado da ação.
Segundo a polícia, eles relataram que ficaram no local e não tentaram pedir ajuda porque estavam sendo coagidos, por telefone, pelos sequestradores. Os criminosos teriam afirmado que os dois estavam sendo vigiados e ameaçaram suas famílias.
Os suspeitos teriam conseguido fugir levando dinheiro de um caixa eletrônico.
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Fonte: G1 Tocantins