Amostra que testou positivo para a variante é de um paciente de 36 anos atendido em um posto de saúde de Palmas. Estado ainda não sabe qual o estado de saúde deste paciente atualmente. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) confirmou nesta terça-feira (17) o primeiro caso de Covid-19 pela variante Delta no Tocantins. A amostra é de um paciente de 36 anos atendido em Palmas, durante o mês de julho deste ano. O vírus foi sequenciado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Até a última semana, a SES vinha negando a existência de casos suspeitos da variante delta no estado. De acordo com o governo, o paciente foi atendido na Unidade de Saúde da 503 Norte, mas ainda não se sabe qual o estado de saúde desta pessoa atualmente.
“A amostra foi coletada e enviada para o Laboratório Central De Saúde Pública do Tocantins (LACEN/TO) no dia 13/07/21. No dia 21/07/21 foi encaminhada para o sequenciamento genômico na Fiocruz, seguindo os critérios estabelecidos pelo Centro de Informações Estratégicas e Resposta em Vigilância em Saúde, que é CIEVS Nacional e o Comitê Gestor de Recursos Laboratoriais”, afirmou a superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Perciliana Bezerra.
A secretaria afirmou que o Centro de Informações Estratégicas e Resposta em Vigilância em Saúde do Estado e da prefeitura de Palmas foram comunicados para realizarem a uma investigação clínica e epidemiológica do paciente.
“Estamos acompanhando a investigação junto ao município de Palmas, para que possamos saber se este paciente é morador da capital ou não, se veio a óbito, se houve contaminação comunitária e, até mesmo, se esta pessoa já havia tomado algum imunizante”, afirmou.
A variante
A variante delta foi identificada pela primeira vez na Índia, em outubro do ano passado. Em junho, a Organização Mundial da Saúde (OMS) fez um alerta: a variante tem se tornado dominante em todo o mundo, muito por conta da sua transmissibilidade.
Até o dia 11 de agosto, 142 países já identificaram a circulação da delta conforme a OMS.
No entanto, apesar de ser mais transmissível (assim como as outras variantes que surgiram), ainda não há como afirmar que ela também é mais letal. As pesquisas para avaliar a letalidade da variante ainda estão em andamento. O que se sabe é que por causa da transmissibilidade ela aumenta a possibilidade da população contrair o vírus e desenvolver a doença, seja de forma leve, moderada ou grave.
Os especialistas explicam ainda que os sintomas podem ser confundidos com os da gripe. Tanto a gripe quanto a fase inicial de infecção pela variante delta podem estar associadas aos seguintes sintomas: dor de cabeça, mal estar, coriza, dor de garganta e febre.
Veja mais notícias da região no G1 Tocantins.
Até a última semana, a SES vinha negando a existência de casos suspeitos da variante delta no estado. De acordo com o governo, o paciente foi atendido na Unidade de Saúde da 503 Norte, mas ainda não se sabe qual o estado de saúde desta pessoa atualmente.
“A amostra foi coletada e enviada para o Laboratório Central De Saúde Pública do Tocantins (LACEN/TO) no dia 13/07/21. No dia 21/07/21 foi encaminhada para o sequenciamento genômico na Fiocruz, seguindo os critérios estabelecidos pelo Centro de Informações Estratégicas e Resposta em Vigilância em Saúde, que é CIEVS Nacional e o Comitê Gestor de Recursos Laboratoriais”, afirmou a superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Perciliana Bezerra.
A secretaria afirmou que o Centro de Informações Estratégicas e Resposta em Vigilância em Saúde do Estado e da prefeitura de Palmas foram comunicados para realizarem a uma investigação clínica e epidemiológica do paciente.
“Estamos acompanhando a investigação junto ao município de Palmas, para que possamos saber se este paciente é morador da capital ou não, se veio a óbito, se houve contaminação comunitária e, até mesmo, se esta pessoa já havia tomado algum imunizante”, afirmou.
A variante
A variante delta foi identificada pela primeira vez na Índia, em outubro do ano passado. Em junho, a Organização Mundial da Saúde (OMS) fez um alerta: a variante tem se tornado dominante em todo o mundo, muito por conta da sua transmissibilidade.
Até o dia 11 de agosto, 142 países já identificaram a circulação da delta conforme a OMS.
No entanto, apesar de ser mais transmissível (assim como as outras variantes que surgiram), ainda não há como afirmar que ela também é mais letal. As pesquisas para avaliar a letalidade da variante ainda estão em andamento. O que se sabe é que por causa da transmissibilidade ela aumenta a possibilidade da população contrair o vírus e desenvolver a doença, seja de forma leve, moderada ou grave.
Os especialistas explicam ainda que os sintomas podem ser confundidos com os da gripe. Tanto a gripe quanto a fase inicial de infecção pela variante delta podem estar associadas aos seguintes sintomas: dor de cabeça, mal estar, coriza, dor de garganta e febre.
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Fonte: G1 Tocantins