PF investiga homem que se passava por servidor da Superintendência do Trabalho para aplicar golpes em empresários

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Segundo a Polícia Federal, homem fraudava documento usando símbolos e rubricas de auditores fiscais do trabalho. Operação Fake Work cumpre um mandado de busca e apreensão em Araguaína. A Polícia Federal realiza uma operação, nesta quarta-feira (16), com o objetivo de investigar um homem suspeito de se passar por servidor da Superintendência Regional do Trabalho no Tocantins para aplicar golpes em empresários no município de Araguaína.
Segundo as investigações, o criminoso fraudava notificações com símbolos, timbres do órgão e até assinaturas de auditores fiscais.
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A operação recebeu o nome de Fake Work e cumpre um mandado de busca e apreensão contra o suspeito, no município.
Conforme apurou a PF, o investigado agia da seguinte forma: elaborava termos de notificação falsos, que supostamente teriam sido emitidos pela Subsecretaria de Inspeção do Trabalho da Superintendência Regional do Trabalho no Tocantins.
Após a elaboração da notificação falsa, o documento era encaminhado a empresas informando-as acerca da necessidade de cumprir exigências relacionadas à segurança e à medicina do trabalho.
Depois disso, o suposto criminoso oferecia serviços que viabilizavam o cumprimento das medidas exigidas pela Superintendência.
A polícia informou que a operação busca investigar se há participação de terceiros, qual era a forma de atuação do grupo, bem como o possível ressarcimento dos danos causados.
O investigado poderá responder pelos crimes de estelionato, falsificação de documento e usurpação do exercício de função pública.
O nome da Operação “Fake Work” faz referência ao trabalho dissimulado realizado pelo investigado, no tocante ao envio de comunicação falsa para consequente realização de prestação de serviço.
Conforme a polícia, em razão da pandemia causada pela COVID-19, foi adotada logística especial de prevenção ao contágio, com distribuição de EPI’s a todos os envolvidos, a fim de preservar a saúde dos policiais, testemunhas e investigados.
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Fonte: G1 Tocantins