Técnico de celular investigado por copiar imagens íntimas de aparelho acaba preso após polícia encontrar arma e munições de fuzil

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Na loja do suspeito foram encontradas cerca de 600 munições de diversos calibres. O caso foi registrado em Gurupi, no sul do estado. Arma e munições apreendidas com o técnico de celulares
Polícia Civil/Divulgação
Um técnico de celulares de 23 anos foi preso pela Polícia Civil após ser encontrado com uma arma e mais de 600 munições de diversos calibres, inclusive de fuzis, em Gurupi, no sul do estado. Ele começou a ser investigado depois de copiar, sem autorização, imagens íntimas de um celular que havia sido contratado para consertar.
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O caso foi investigado pela 86ª Delegacia de Gurupi. O suspeito não teve o nome divulgado e por isso o g1 não conseguiu contato com a defesa dele.
A polícia informou que a investigação começou na semana passada depois que uma vítima procurou a polícia informando que havia deixado um celular para reparo na loja do suspeito, junto com a senha do dispositivo. Segundo a SSP, o suspeito encontrou algumas fotos íntimas da esposa do proprietário e fez cópias ilegais.
Quando recebeu o celular de volta, a vítima percebeu que as imagens tinham sido copiadas e o marido dela procurou a polícia. O delegado inicialmente pediu um mandado de busca e apreensão para a loja, mas quando chegou ao local teve outra surpresa.
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Durante o cumprimento do mandado os policiais civis localizaram pistola escondida atrás de um computador, além de diversas caixas de munições de vários calibres. “Com o aprofundamento das buscas, encontramos e apreendemos também alguns sacos contendo mais de 230 munições de fuzil calibre 556, pertencentes ao autor”, informou a polícia.
O suspeito foi levado para a central de flagrantes onde foi autuado em flagrante por posse ilegal de arma de fogo e posse de munição de uso restrito. Mesmo diante do flagrante o suspeito conseguiu o direito de pagar fiança para responder ao processo em liberdade.
As investigações continuam e ele também será indiciado pelo crime de invasão de dispositivo, que prevê até quatro anos de prisão e multa.
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Fonte: G1 Tocantins