Bombeiros e cães farejadores do TO são enviados para ajudar nas buscas por vítimas das chuvas em Pernambuco

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Grupo é formado por três militares e dois cães farejadores. Região do Grande Recife tem pelo menos 16 pessoas desaparecidas e 6.198 desabrigados. Bombeiros e cadelas vão ajudar nas buscas em Pernambuco
Bombeiros/Divulgação
Uma equipe de bombeiros e cães farejadores foi enviada pelo Corpo de Bombeiros do Tocantins para ajudar nas ações de localização e salvamento de vítimas das chuvas em Pernambuco, no nordeste do país. Nesta terça-feira (31) chegou a 100 o número de mortes confirmadas após deslizamentos no Grande Recife. Há 16 pessoas desaparecidas e 6.198 desabrigados, segundo o governo.
O grupo saiu de Palmas na madrugada desta terça-feira (31) e deve chegar a Recife (PE) nas próximas 24 horas, onde vão se juntar à força-tarefa que procura pelos desaparecidos entre os escombros.
O apoio dos bombeiros militares de outros estados está sendo articulado pelo Conselho Nacional dos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil (Ligabom).
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“As estruturas dos corpos de bombeiros estão prontas para ajudar em situações específicas, sejam elas de que natureza for, como aconteceu, por exemplo, no desastre de Petrópolis-RJ, em fevereiro deste ano. Levamos a demanda ao governo do Tocantins e recebemos total apoio para que enviássemos as equipes para Recife”, explicou o comandante-geral, coronel Carlos Eduardo Souza Farias.
A equipe enviada é composta pelo subtenente Raphael Mollo e a premiada cadela Sky; o cabo Raphael Gusmão com a cadela Dory. O cabo Magno Valadares também foi enviado na missão para auxiliar.
As duas equipes atuaram por duas semanas nas buscas por vítimas soterradas pelos escombros das fortes chuvas em Petrópolis, em fevereiro deste ano. Na época foram cinco indicações dos cães tocantinenses apontando o local exato onde corpos estavam soterrados, além de descartar muitas regiões onde havia buscas por vítimas.
A cadela Sky, da raça Malinoi, tem quatro anos de idade e uma vasta experiência em atuações na buscas de pessoas desaparecidas. Ela foi certificada internacionalmente em 2019, após ser aprovada com seu tutor em provas no Sul do Brasil.
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Fonte: G1 Tocantins