Leandro e Roberto Ribeiro Campos atuam como médicos ortopedistas em Palmas. Eles também ficaram em estado grave, mas conseguiram vencer a doença. Irmãos celebram união e amor mesmo com a distância e algumas dificuldades
Leandro e Roberto Ribeiro Campos são irmãos e atuam como médicos ortopedistas em uma clínica de Palmas. Unidos desde a infância, eles precisaram se apoiar ainda mais para enfrentar um momentos difícil: a perda dos pais, que morreram por causa da Covid-19 no mês de agosto do ano passado, com três dias de diferença.
Neste domingo (5), quando se comemora o Dia do Irmão, os dois falaram sobre a importância da união para superar a dor.
“A herança mais bonita que nosso pai e nossa mãe nos deixou. Essa união faz a gente seguir com mais força diante de uma coisa que eu considero como uma tragédia, você perder os seus pais em uma fração de dois dias. As duas coisas mais importantes que eles deixaram na minha vida, foram o estudo, o diploma para eu conseguir seguir e formar a minha família e essa união e o amor que a gente tem pelos irmãos”, ressaltou Roberto.
Cerca de três meses após perder os pais, os dois também foram diagnosticados com a Covid, ficaram internados em estado grave, mas venceram a doença.
Irmãos ficaram ainda mais unidos após perder os pais
Reprodução/TV Anhanguera
“Meu pai faleceu no dia 17 de agosto, minha mãe 20 de agosto do ano passado. Nós contraímos em novembro, depois da eleição. E aí foi internação, UTI, eu saí primeiro, fiquei grave no começo, depois ele [Roberto] ficou grave”, relatou Leandro.
Os médicos lembram que na infância eles e o outro irmão Paulo Ricardo sempre faziam as atividades juntos.
“Fomos criados em um ambiente de muita união, dividíamos as mesmas coisas, o brinquedo era um para os três. Acho que isso fortaleceu muito para no futuro vivenciarmos essa união que a gente vive hoje. Além dos meus pais, eu tive Leandro e o Paulo Ricardo, meu irmão do meio, como referência de pessoas do bem”, disse Roberto.
“Era impressionante a união, na hora de tomar café, todo mundo tomava café junto, para almoçar, todo mundo almoçava junto. Era bacana essa união nossa”, finalizou Leandro.
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Fonte: G1 Tocantins
